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Mostrando postagens de Fevereiro, 2011

Autor da Vida!

A vida é um grande palco cuja a primeira cena independe de nós!
Nascemos e nos damos conta de que há um longo caminho a percorrer!
São "atos" sucessivos, ininterruptos e intransferíveis...
Cenas que não temos como prever, mas que podemos modificar.
Encontramos diversos personagens, contracenamos, experimentamos
Fazemos parte de uma peça na qual também somos figurantes...
Entre "deixas" e "cacos", encenamos a mais perfeita das obras da humanidade:
_ A VIDA!
Enfrentamos "vilões", "dramas", "comédias", "suspenses"...
Somos levados para onde a imaginação de DEUS nos conduzir!
Pois como Autor e Diretor, tem o poder de traçar cada história;
mas nos dá a oportunidade de escolher a tragetória a seguir!
Vivemos em "campos de concentação" ou em "paraísos tropicais"...
Viajamos em emoções e distúrbios cada qual com uma lição para aprender!
Podemos desistir no caminho, como num bom e velho "dramalhão"...
Podemos…

Sobre o tempo!

O tempo não desfaz sentimentos,
não apaga lembranças, apenas as refaz!
O tempo não delimita tempo para nada;
apenas continua ininterrupto, voraz!

O tempo não tem tempo para perder...
ao contrário, usa seu tempo contra você!
Tempo debochado... malcriado, indecente!
Tempo que não quer tempo
Para ter tempo de rir da gente!

O tempo não busca tempo,
por ter muito tempo a seu dispor
O tempo maltrata o tempo
Enquanto você busca tempo para o amor!

Bendito tempo que não tem tempo
Por assim dizer...
Maldito tempo que tira tempo
Nos traz tormento,diminui seu tempo
Apenas por puro prazer...

E passa o tempo, tempo que não passa
Infringe dor, seu peito rasga
Tempo que não tem tempo
Mas usa o tempo que tem
Que desgraça!

Tempo insolúvel, tempo que nunca vem...
Não quero ter mais tempo
Que o tempo que o tempo tem!

E viva o tempo!
Tempo que nunca tem!
Mas que busca tempo
No tempo que ainda mantém!
Na ilusão de que ainda há tempo
Quando seu tempo escoa no tempo
Do tempo que pensa que tem!

Ser o que sou!

Deixei de buscar alcançar o vento...
Deixei de andar na corda bamba, arriscando-me por nada.
Deixei de ter medo de cair, pois aprendi que
ao cair; precisei aprender a levantar!
Fui delapidando meu ser aos poucos...
Fui descobrindo que não precisava de ninguém para me completar
e sim, para compartilhar...
Decobri que não ter medo é bom... faz bem!
Faz com que o sorriso pemaneça mais tempo nos lábios,
os olhos expressam mais brilho,e
que a vida parece menos problemática.
Deixei de sonhar sonhos vãos...
Abandonei-me em mim mesma... flutuei... naufraguei!
Fui exilada... e como desbravadora, venci!
Escalei as montanhas do meu ego,
Fui liberta!
Deixei meus pesadelos de lado,
Gritei quando tive vontade, rebelei-me!
Descobri que o melhor da vida estava em mim
Não precisei buscar em outros minhas respostas!
Sancionei meus decretos... repus meus valores
Hoje sou absoluta, cheia de dúvidas...
Ando sem saber em que direção,
Sou humana, afinal!
Não há mais necessidade de ser o que não sou!
Posso decidir, errar ou acertar,…

Entre o passado e o presente, existe o FUTURO!

Era 25 de maio de 1871 quando uma mulher ajoelhou-se diante do Senado e assumiu a regência do Brasil. Parecia apenas o cumprimento da regra imperial, mas Pedro II teve que enfrentar resistência para entregar a coroa à filha, a Princesa Isabel.

Era um momento tenso. O Imperador patrocinara o envio da proposta de Lei do Ventre Livre e, nos clubes das lavouras e no Parlamento, as elites escravocratas resistiam. Muita gente achou uma imprudência, até porque, aos 24 anos, a princesa Isabel nunca tinha mostrado a mesma vocação para o poder que a bisavó Carlota Joaquina, nem mesmo a da avó Leopoldina que, nos bastidores, tinha participado da Independência.

A princesa regente assumiu o poder duas outras vezes e acabou governando mais de três anos, quase um mandato presidencial. Na terceira e decisiva regência, entrou para a História. O país estava dividido e ela escolheu o lado certo, isso é o mais relevante. Participou ativamente das negociações que levaram à Abolição. Afastou, por outros mo…