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Mostrando postagens de Abril, 2012

Violência Contra a Mulher 2012!

Segundo pesquisadoras que participaram de audiência pública na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher, a rede de acolhimento e atendimento às mulheres vítimas de violência continua precária.
A pesquisadora Lia Zanotta, do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher da Universidade de Brasília (UnB), informou que apenas 10% dos municípios têm delegacias de mulheres. Já a pesquisadora Míriam Grossi, do Núcleo de Identidade de Gênero e Subjetividade da Universidade Federal de Santa Catarina, apontou que as casas de abrigo existem em menos de 1% das localidades brasileiras.
E o pior, conforme as especialistas, é o atendimento oferecido. Segundo sustentam, o sistema não foi institucionalizado, e a qualidade do serviço depende das convicções do funcionário que acolhe a vítima. Cecília Sardemberg, pesquisadora do Observatório Lei Maria da Penha (Observe), afirmou que há até casos de policiais que assediam as mulheres que buscam ajuda.

Preconceitos


Em p…

A Busca!

Te busquei nas flores coloridas
Nos bares, nas esquinas...
Procurei!
Te busquei nos aromas encantados,
Nas toadas das melodias..
Em tons desafinados!
Te busquei nas pegadas de alguém,
Me perdi, me achei...
Num emaranhado de dias, não sei!
Te busquei em mil notas diferentes
em cada sorriso, teu sorriso estava ausente
Mas busquei...
Vaguei por dias e noites,
Incansável!
Percorri ruelas, alcei voos...
Decifrei mapas, pergaminhos,
Encontrei lágrimas, pisei em espinhos
Mas te busquei!
Busquei em cada alvorada
No constante e ininterrupto caminho das águas...
Escalei montanhas, pisei em folhas
Desci rios, encontrei pessoas...
Te busquei no som eloquente das risadas
o som perfeito da madrugada
Entre buzinas de carros e gritos de gente!
Te busquei nos mais loucos devaneios
Entre solos de guitarra,
Agudos, graves, mudos...
Te busquei de todas as formas e prazeres
Te busquei num mar de opções, só pra mim
Mas não havia o que encontrar...
Pois não se encontra o que nã…

Delíros de desejo!

Quero sentir tua boca na minha
Teu calor aquecendo meu corpo
Tua língua percorrendo minhas curvas
Quero sentir arrepios em pleno calor
Quero delirar de amor!

Não quero saber de problemas
Não quero ouvir nada; senão
O gemido sofrêgo dos teus lábios
Bem junto aos meus ouvidos
A chamar o meu nome... paixão!

Quero o suor mais extremo
De nossos corpos entrelaçados
Seja num longo abraço
Seja num doce amasso...
Quero poder parar o tempo
Neste precioso momento
Em que me perco e em que me acho!

Quero a tua respiração arfante
O teu peso, a tua ânsia
Quero sentir-me tua
Nos teus braços, inteiramente nua
Nos raios do sol, na luz da lua!
Ser tua mulher, amiga, amante!

Quero poder ouvir sininhos...
Toda hora, o tempo todo
Poder soltar gritinhos...
E num êxtase, arranhar teu corpo!

Quero desnudar-me de pudores
Quero apenas entregar,
__  Meu corpo!
Nas delícias e sabores!
Em poder __ a ti, pertencer!

Sem ranhuras, sem frescuras
Ser mulher! Ser tua!

Quero ser inconsequente
Amada, querida, insolente!

Basta-me tuas mãos...
Oh, não! __ Bas…

Você não Lembra!

Você não lembra dos dias e noites em que pensei em nós...
Estava ocupado demais, olhando o próprio umbigo!
Não consegue mensurar minha dor, minha lástima, minha imensa solidão.
Houve dias em que estar ao seu lado nada mais era do que estar só.
Era como olhar o infinito e perder-se em meio a multidão!
Chorei as tuas lágrimas... ri o teu sorriso.
Andei vagando por ai, seguindo teus passos; num desespero alucinado de quem ama incondicionalmente.
Não levei em conta os teus defeitos...
Desculpava cada um deles com olhar direcionado as tuas mixas qualidades...
Você não lembra...
Nunca percebeu a minha alegria, nem o meu lamento.
Nunca notou o quanto a tua presença enchia o meu coração de felicidade.
Céu e inferno compartilhados...
Vivi a desgraça dos teus beijos quentes e o embaraço do desejo a ruborizar minha face.
E no calor dos teus braços viajei em mundos desconhecidos!
Fui passageira, fui comandante e nada fui!
Mas você nem lembra...
Não estava em meu mundo, sequer me enxergava.
E minha dor somente cres…