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Mostrando postagens de Dezembro, 2012

Rio de Janeiro

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Rio de Janeiro pra gringo ver...
Estádio reformado, destruição do elevado...
Recolhimento de drogados!
Obra pra todo lado...
E a saúde do pobre... pobre coitado!

Rsrsrsrsr ria se puder
Da miséria que é!

Olimpíadas, Copa do Mundo
Tirem das ruas os imundos
Pra que o turismo possa passar...
Com seus navios abarrotados
De gringos todos embotados,
Todos encantados com o que os olhos podem ver
É dólar, é Euro... nem pra mim, nem pra você

Num luxo agressor!
Onde somos meros fantoches
Num rolo compressor!

Povo de desqualificados
Que aprendem a submissão
Ficam a beira da mesa
Como escravos
Mendigando o pedaço de pão!

Rsrssrsrsr ria se puder
Da miséria que é!

Rio de Janeiro com BRT
Sem educação de qualidade
Sem sequer dignidade
Onde se possa a vida suster.

Governo xulo de politicagens
Onde médicos faltam plantões
Balas perdidas encontram razões
Para ceifar a vida em frios caixões!

Rio de Janeiro de hipocrisias
De falsos discursos... de heresias
Mulheres nuas, autoridades frias
Lágrimas de pais,…

O Novo

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O que há de novo ?
Se não modificarmos nossas atitudes, não veremos mudanças!
Tudo permanecerá inalterado...
Veremos os mesmos programas
Faremos os mesmos caminhos
E continuaremos na insatisfação de dias atrás.
A verdadeira transformação inicia-se por nós...
Temos que reavaliar nossos conceitos
Trocar velhas concepções
Desfazer-se de preconceitos
Destruir maus pensamentos.
Se não gostamos de novelas porque assistimos as reprises?
Reavalie suas palavras...
Reformule seus hábitos!
O novo é assustador...
Mas é necessário!
Para que o ano seja novo
Temos que ter atitudes diferentes...
Todos os dias...
Sem repetir frases feitas
Sem medo de não agradar.
Precisamos estar conscientes do que queremos
Que caminhos seguir
Quanto tempo gastar!
Planejar objetivos, seguir metas
Obter resultados!
O novo não acontece por acaso
É preciso um rascunho,
Um projeto... um arquiteto... construtores...
Desbravadores de sonhos!
Quebre seus tabus... detone-os!
Não há espaço para travas
Quando o que se quer é tra…

A Vida é Um Rio...

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A vida é um rio caudaloso...
Não há como deter os obstáculos
Apenas temos que saber como contorná-los...
Haja pedras, haja espinhos...
Haja o que for pelo caminho!

A vida é um rio!
Seja de risos, seja de nãos...

Em momentos de suavidade
Em momentos de tempestades
É um rio cheio de novidades!

A vida  é como água
Num piscar de olhos evapora
E sem perceber, o que era bom
Parte... vira a curva... vai embora!


Teu Jeito

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Eu me perco na imensidão do teu olhar Percorro tuas curvas num instante de desejo Embriago-me no aroma do teu perfume
Sou passageiro das minhas desventuras Perdido no vácuo do teu jeito de andar.
Jeito matreiro, jocoso, felino Jeito de quem sabe como pisar Flutua, não anda! Desliza, não toca...
Ama tão intensamente Que penso ser amor, realmente Teu jeito doce de acasalar.
Arranha, fere, machuca Acalenta, aconhega Refuta!
Arde nas entranhas teus gemidos Grunhidos, não sei  Ecoa em meus ouvidos Teus suspiros, teus suspiros!
Perco-me, embriago-me, reencontro-me Aaaaaah... que mal há ? Se neste doce veneno Consigo me eternizar.

365 Dias...

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365 dias de luz!
365 dias de solidariedade
Paz, nos corações humanos!

365 dias de comprometimento
Com a verdade, com a honestidade
Coragem, nas ações da humanidade!

365 dias de seriedade
Nas pessoas de bom coração
Nas mentes de quem conduz
Quem faz da vida uma festa
Quem da festa reflete a luz!

365 dias!
Cada dia diferente!
Com sorrisos, com audácia
Seja lá o mal que há!

365 dias de luz!
De confraternização
De orgulho deixado de lado
De abraços entre irmãos.

365 dias onde não haja fome
Onde não haja dor.
Onde cada ser humano
Possa sentir batendo no peito
O sublime e doce amor.

A Morte

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Morte cruel! Inimiga...
Leva sorrisos, leva a vida De gente que a gente ama De gente que a gente ama!
Morte ingrata! Morte perversa Que leva da gente a felicidade Mas não apaga a saudade!
É como um quadro sem moldura Onde falta compor o cenário De dias onde havia tua doçura E hoje apenas o vazio e a tortura.
Fica a certeza de dias mais tristes Mais longos, menos poéticos... Dias sem brilho, cheios de lembranças Dias sem risos, sem esperanças.
Morte que não acaba Pois nos mata a cada dia Sempre um pouco mais... Na saudade das alegrias Da falta de quem partiu nos faz!

O Pássaro

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Eu queria poder voar...
Ver o cosmos...
Poder flutuar por entre as nuvens
Como um pássaro livre
E sem pressa de voltar!

Contornar altas montanhas
Voar, voar, voar...
Bater as asas simplesmente
E planar...

Ter a liberdade de dias quentes e frios
Sem medo das tempestades
Por nas árvores me abrigar...

Sentir o frescor das águas de cachoeiras
Mato com cheiro de terra molhada
Odores de florestas encantadas
E ali apenas repousar...

Vida de pássaro sem destino
Bandoleiro e sem perigo
De alguém me aprisionar.

Queria poder voar bem alto
Deixar que as minhas asas me transportassem
Ao limite da irrealidade
Flutuar... planar... sentir o ar faltando
E assim poder sentir a essência de estar viva.

Embrenhar-me em mundos ainda não vistos
Galgar vales e montanhas
Subir e descer num doce regalo...
Ser livre de amarras
Ser livre de prantos!

Poder entoar um canto lírico
Poder saborear a liberdade
Poder descansar minhas asas
Num belo rochedo do deserto!

Sem contrariedades
Sem pressa de voltar!
Ser pássaro…

Esqueça

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Esqueça as dores que sentiu
Olhe em direção ao infinito
Tudo muda o tempo todo
A dor também se vai...
Esqueça as lágrimas derramadas
Os soluços, as pancadas...
Tudo um dia passa
Assim como tudo que sobe, cai!

Esqueça os dias de amargura
De tristezas, das agruras
Que você um dia sentiu
Olhe a vida, mire as ruas
O dia vem vindo
Lindos dias de abril...

Nada é igual!
Nenhum dia é igual!
Nem você é como um dia foi
Olhe para si, mire-se!

Os dias passam,
As dores também...
Sorria pra vida!
Esqueça a tristeza
E permita-se a felicidade!

O Ipê Amarelo!

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Meu ipê amarelo... que saudades!
Do tempo em que eu era criança
E sentada à sua sombra eu sonhava
Com um mundo de fantasias e esperança...

Quando eu fechava meus olhos e vislumbrava
Um horizonte de irrealidades
Onde o mundo era florido, cheio de tons multicoloridos
E nada mais importava!

Saudades de tuas folhas... tuas flores
Tuas sombras, tuas cores...
Amarelo! Amarelo!

Ipê da minha vida
Dias de felicidade
Dias de contos de fadas
De magia, de alegrias!
Dias de domingo,
Tardes ensolaradas...


Massa de Manobra!

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Cansada dos subornos...
Dinheiro sujo em malas e cuecas
Mensaleiros da desgraça alheia
Politicagens, sacanagens, pulhas da humanidade!

Cansada de gente hipócrita sem moral
Gente sem objetivo,
Sem garra, com gana de usurpar.
Mundo de oportunistas
Chantagistas!

Velhos lobos travestidos de cordeiros
Enganadores da boa fé
E que usam de Deus pra vida ganhar!

Falsos profetas, amantes do bem bom
Falsos e biltres!
Ordinários da ignorância de um povo
Sem rumo, de um povo sem cultura.

Cansada de velhos bordões...
Conversas fiadas...
Camaradas da esbórnia
De um governo vil!

Gente de gravata engomada
Ternos sob medida
Sapatos Armani
Relógios de ouro
Que andam em carros milionários
Que desprezam os que neles confiam

Cansada do ostracismo de um povo
Omisso, oprimido, sem liga
Um povo de desclassificados
Que não vê o que está presente
Que fecha os olhos pra latente desonestidade
De gente sem caráter,
Gente sem caridade...

São "cachoeiras" de imundície
Julgamentos sem validade!

Cansada da f…

Um Amor Pra Toda Vida

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Um amor pra toda vida...
Quem não quer ?
Quem nunca sonhou em ter ?
Um amor que supra as carências
Que aconchegue num abraço
Que dure a eternidade dos dias!

Todos sonham, todos querem
Poucos sabem reconhecer ao encontrar!
Muitos desperdiçam
Outros nem sequer sabem amar!

Pra toda vida
Pra vida inteira...
Por todos os dias
São de risos, são de choro
São de lutas e de sufoco.

Nem tudo serão flores
Nem tudo serão sabores!
Mas serão de acordo com os acordes musicais
Onde nem sempre haverá harmonia
Nem sempre haverá alegria
Mas sempre haverá esperança
De que dias melhores virão!

Pois o amor é feito disso
Esperança!
Fé que a vida vai melhorar
Fé que os problemas irão acabar
Fé que com quem se ama
Tudo vai dar!



Uma Ceia Diferente

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Gostaria de propor uma ceia diferente
Onde os ingredientes fossem:
Sentimentos de solidariedade, determinação,
Força para quebrar preconceitos,
Coragem de vencer paradigmas...
Onde houvesse mais fé
Mais sentimentos de comprometimento
Sinceridade, palavras mais firmes
Atitudes mais coesas!

Uma ceia de juventude,
De rugas contraídas pelos anos
De olhares inocentes...
Uma ceia multicor
Com orquídeas, bromélias
Gerânios, margaridas...
Uma ceia de cores e de flores
Onde a música seria o canto solene dos pássaros.
Uma ceia ecológica
Uma ceia de sustentabilidade
Uma ceia de humanidade
Uma diversidade de etnias
De idiomas, de alegrias!

Uma ceia de expectativas
Onde houvesse mais desprendimento
Menos arrogância, mais tolerância
Muito mais respeito.
Uma ceia de verdades,
Igualdades de direitos
Responsabilidades.
Onde o negro não fosse visto por sua pele
Onde o branco não usasse de vantagens
Onde o pobre tivesse mais chances
Onde o rico não usasse da soberba
Uma ceia de humanização
De consciência …

A vida...

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A vida é uma roda gigante...
Parada, fica sem graça, sem cor...
Girando, contamina as mentes sonhadoras

A vida nem sempre sorri
As vezes, chora!

Não há como viver sem quebrar regras
Nem como viver somente de exceções.
A vida vem sem pontuação...
Sem roteiro ou direção.

A vida exige coragem.
Seja para vencer obstáculos ou
Para criá-los!

Não existe flores no meio do caminho
Nem existe mágica...
Sorte não é pra todos
Sombra apenas tem quem merece.

A vida gira num único sentido
Segue apenas para frente
Somos nós quem insistimos em
Repetir velhos erros...

Nascemos nús...
Andamos vestidos...
Somos um número
Do início ao fim...
Criamos coisas
Destruímos outras
Vagamos perdidos
No meio do que pensamos encontrar.

Somos seres pequenos
Muitos com grandes sonhos
Outros sem nada a acrescentar.
Uns ao largo da vida
Outros a vida a ganhar!

A vida é um espaço no tempo
Sem qualquer instrumento
Que possa seus passos guiar.

É um sopro tênue que um dia se vai...
Apaga-se num piscar de olhos
Sem explicar.

Ouço Tiros!

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Ouço tiros pelas ruas
Projéteis frios, que sem mira
Encontram corpos a vagar...
Ouço passos apressados
Inocentes, vilões e assustados
Perambulam sem pensar.

Ouço tiros pelas ruas
De armas empunhadas
Por becos, vielas, calçadas
Gente gritando, correndo, chorando
O sangue um rastro formando
Sem ter como ajudar.

Ouço tiros, ouço choro
De quem fica a lamentar
Perdas sem reparos, sem volta
Vidas ceifadas antes da hora
Que revolta, que revolta!

Ouço tiros, ouço choro
Velas, rosas amarelas,
Pessoas cansadas da guerra
Que a vida insiste em trazer.
Gritos de ansiedade
Gritos de fome
Gritos de piedade,
fragilidade.
Gritos de quem morre um pouco a cada dia
Na eterna agonia
De nada resolver.

Ouço tiros de revolução
Dentro do peito de cada cidadão
Unindo forças de vontade
De construir nova Nação!

Vejo lágrimas de guerreiros
Gente simples
Com atitude
De quem nunca viu nascer a igualdade
por ser aprisionado quem tem na alma
Liberdade!

Ouço tiros de rifles, espingardas, canhão
No decorrer da história

Olhe ao Redor!

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Olhe ao redor
Mire além de si mesmo
Veja quantas dores
Quantos amores
Quanto desdém!

Reflita na dor alheia
Veja com sensibilidade
Conecte-se ao mundo
Saia do comodismo
Perceba a lágrima
que rola de olhos cansados
De mentes sofridas
De passos mais lentos.

Olhe ao redor
Mire o além
Saia do casulo
Construa outros mundos
Não se contamine com o egoismo
Sinta outras culturas
Dispa-se do preconceito
Dispa-se da ignorância
da intolerância.
Dispa-se dos medos tolos
Das palavras sem sentido
Dos amigos sem verdade
Recomece.

Olhe o mundo ao redor
Saia do egocentrismo
Observe o infinito
Há algo além de si mesmo.
O mundo gira
A vida passa
As pessoas envelhecem...
Morte e vida caminham juntas
Nada permanece.
Guarde boas lembranças
Viva intensamente.
Sorria, pule, grite, beije
Seja feliz enquanto há tempo
Pois o tempo não espera
Nem lhe dá a chance de voltar atrás.

Tatuagem

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Tenho-lhe tatuado na alma,
Com traços finos, delicados
Na mais sofisticada das tintas do meu ser...
É um desenho inigualável...
Pontuado de sorrisos, gemidos, êxtase!
Está incrustado na minha pele
Inseparável!

Tenho-lhe eternizado nas lembranças,
Nas entrelinhas do meu corpo
Toda vez que me recordo
Dos seus olhos inquiridores...
Seus toques, suores, sussurros!

Tenho-lhe dentro das minhas veias
Circulando nas minhas entranhas
Devassando meu íntimo
Explorando meu ser.
Tenho-lhe em delicadas nuances
Entre lençóis amarrotados
Meia luz, pétalas de flores...
Num enlace único de almas diferentes.

Tatuagem feita de sangue
Tatuagem de feitiços
De luares incomparáveis...
Tenho-lhe em minha pele para sempre
Tatuagem feita de imagens
De calores... de frios e arrepios
Tatuagem de sonhos, planos,
Sussurros e gritinhos...
Tenho-lhe tatuado!
Tatuado com desejo,
Nos lençóis ainda amassados
Testemunhas de nosso amor!

Nada Sabem de Mim!

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Dizem saber tanto de mim
Mas não lêem meus olhos...
Não sabem identificar meus segredos
rasgados em olhares peculiares
Disfarçados em sorrisos intimidados
Não percebem meus dilemas
Minhas dores, meus problemas
Meus silêncios entre tantas palavras
Meus gritos entre tantas expressões silenciosas.

Não sabem decifrar simples gestos
São cegos, são inúteis
Não percebem, não se importam
São tolos que pensam tudo saber
Sem sequer saber de nós!

Dizem saber tanto de mim
Mas não conhecem a minha alma
Meus profundos dialetos
Minhas inúmeras verdades...
Não sabem quando choro mesmo que sorrindo
Não sabem quando sorrio entre lágrimas
Não sabem quando vago no silêncio das lembranças
Não sabem discernir quem eu sou.

Não percebem minha inventividade
Meus medos, minha intimidade
Não sabem o que dizem
Por não saberem o que ouvem
Seguem meus passos sem tocar minhas pegadas
Cegos, coxos, insalubres de verdades...
Nada sabem de mim
Nada sabem de mim!

Não vêem meus erros, meus acertos
Não percebem minhas dor…

Pai...

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Pai...
Afasta de mim a falsidade de minhas palavras
A infeliz incerteza dos meus dias
O desejo de cometer o mal.

Pai...
Conserta todos os meus passos adiante
Sem que eu tropece nos mesmos erros.
Para que eu pratique o bem.

Não me deixe sufocar na angústia
De palavras azedas e amargas
Das desesperanças do que não deu certo.

Faz-me humilde, faz-me serena
Faz-me mais crédula, mas doce!
Transforme a minha inquietude
Faz-me aquiescer!

Pai...
Afasta de mim os meus desenganos
Os meus desatinos.
Descerre a cortina dos meus olhos
E que eu possa antever com sabedoria.
Esquadrinha meu ego
Retira minha vaidade
Reveste-me da Tua misericórdia!

Que eu deseje o bem ao meu inimigo
Como se fosse á um filho...
Que minhas injúrias não se propaguem.

Que o pecado em mim seja perdoado
Que eu consiga erguer meu olhar
E entre as nuvens da minha Fé
Eu possa adorar a Ti, Senhor!


Feita de Ácidos...

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Sou feita de palavras ácidas
De pequenas e eficaz porções venenosas
Sou de gestos bruscos
De olhares frios
Sou feita de realidades
Que seus olhos teimam em não ver!

Sou forte, sou lapidada no aço dos dias
Sem frescuras, sem tempo a lamentar
Dias bons ou ruins!

Sou feita de lábios duros
Com vontade de gritar
Com explosões de verdades
Com críticas a espumar.

Não sou de causas perdidas
Sou das causas justas!
Feita no fogo da caldeira
Efervescente e crucial!
Mulher de atitude, visceral!
Mulher de essência...

Não faço firulas,
Não dou autógrafos
Não uso disfarces
Não agrado ninguém
Sou verdadeira
Antipática ou não
Sou feita de humores
Feita de cores
E não aceito "Não"!

Sou feita de revoltas
Indignações...
Moldada na lápide fria da morte
Dos que foram e não voltam mais.
Sou feita de sangue inocente
Que punge na alma
Que arde na gente
Dos que ficam na terra
E perecem por ela.

Sou feita de ácidos
Sou feita de guerra
Nas palavras, na vida
Sou feita de pedra!

Mundo de Imundos!

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Mundo pequeno, mundo cãoMundo de encruzilhadas Ciladas, bombas e canhão!
Mundo de imundos, Hipócritas! 
Mundo insensível De meias palavras,  De meias verdades. De gente pela metade!
Mundo estreito Indecifrável aos ignorantes Intransponível aos sinceros Indiferente aos sonhadores Cego aos que sofrem.
Mundo de imundos, Hipócritas!
Mundo sem piedade De crianças na lixeira De adultos vagabundos Mesquinhez e mediocridade...
Mundo insosso! De gente caricata, De gente sem conteúdo... Mundo de incertezas Mundo de misérias!
Mundo que não tem memória Mundo de gente sozinha... Mundo inglório! Solitário, amargo, infeliz! De gente deselegante, De gente canalha!
Mundo que gira Que fede e que cheira Mundo sem vida De gente sem alma! Mundo que mente Que fere e engana... Mundo de imundos!
Que escraviza e profana!

Mulheres de Fatos Entrevista

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Mia Malafaia e Edilson Valerio em entrevista ao programa Mulheres de Fatos pelá rádio 1340 AM, numa animada e esclarecedora conversa sobre as conquistas e dificuldades dos profissionais da radiologia.

O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira de 9:00 as 12:00 pela rádio 1340 AM.
www.radio1340.com.br

www.tupi1340.blogspot.com

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É Natal!

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Então é Natal...
Não troque presentes, troque amor!
Não se preocupe com a ceia
Preocupe-se em compartilhar!
Doe de si aos outros em orações
Em simplicidade...
Não precisa muito para quem tem sede
Nem muito pra quem sabe saciar!

Antes, precisa-se de disponibilidade
em apenas ao próximo ajudar!

Estenda a mão com caridade
Não olhe a cor, nem a aparência...
Vislumbre o íntimo
Comunique-se!
Abrace com afeto
De aquilo que deseja receber
Sem esperar o retorno...

Não ofusque a sua luz interior
com sentimentos de mágoa
Ilumine-se de paz,
Contemple-se de harmonia
Preencha-se de auto estima
Retribua comunhão!

É Natal!
Melhore seus argumentos
Aprimore suas tentativas
Engula suas deficiências...
Beba do copo da amizade
Embriague-se de compaixão.
Seja humano, seja humilde
Seja bom...

O mundo gira...
O mundo gira...
Outros Natais vão passar
Mas o que permanece
É o bem que se faz no dia a dia
Seja bom todos os dias,
Seja humano nas ações
E abandone as falas vazias...

Então é Natal!
Renasça na esperanç…

O Grito!

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Eu sou o grito dos destituídos
De gente humilde e sincera
Que veem seus sonhos no chão!
Gente sem saúde, sem transporte,
Sem casa... Gente sem um pedaço de pão!

Eu sou o grito dos esquecidos
Daqueles que não podem dizer que sim; nem que não!
Gente sem terra, gente perdida
Sem líder, sem direção!

Massa de manobra, esquecidos
Usados em ano de eleição!
Sou o povo sofrido,
Que hoje, em desafio
Clama por educação!

Eu sou o grito dos pobres oprimidos
Que descem o morro sem saneamento
O povo que sem discernimento
Vota na esperança de deixar de sofrer...
Gente pobre, sem caminho
gente que tem seus gritos sufocados...
Por políticos astutos e bem armados!

Eu sou o grito dos desinformados
Dos insanos e aguerridos...
Loucos  de pedra, por dignidade
Gente que não tem idade
Tem dentro de si a certeza da realidade
e que sonha por mais igualdade!

O grito da lama, da desesperança
de não ver Ordem, só regresso
Numa escravidão de dias seguidos
Em ignorância social
O grito dos desprovidos
De casa, cultura…

Deixe-me Aqui!

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Deixe-me aqui...
Perdida em minhas lembranças
Encolhidinha neste canto
Entre minhas recordações...
Sou como um pássaro sem asas,
Buscando voar deste ninho...
Mas, deixe-me aqui!
Quero mergulhar mais uma vez no que lembro de você...
Deixe-me aqui...

Estou perdida nas lembranças
De um dia de alegria...
Onde seus olhos eram reflexo dos meus sonhos
Onde por eles me encontrava.
Perdida em névoas de um tempo
Que ficou esquecido em algum lugar!
Mas, deixe-me aqui...
Quem sabe assim posso reencontrar
A alegria de viver e sonhar
Se os teus olhos eu puder mirar

Sou soldado sem armas
Sou guerreiro sem destino
Uma música em desafino
Corpo sem alma, querendo viver!

Sou gigante de saudades...
Moça triste, sem maldades...
Anjo sem mácula e vaidade!

Perdida em palavras mortas
Em segredos não revelados
Sou só!

Deixe-me aqui!
Encolhidinha  neste canto da vida
Perdida, perdida...
E quem sabe assim eu me encontre?
Nas entrelinhas do que fui um dia
Ou no olhar que por mim você mantinha...
Deixe-me!

Não di…

Sinto Falta...

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Sinto falta da amizade...
Dos dias quentes e felizes, onde riamos de tudo
Quando andávamos de pedalinho,
Quando a vida era mais leve...
Quando nada tinha sentido, senão a cumplicidade!

Sinto falta do companheirismo,
Paquetá, peixes, vinhos... lembra do Castelinho?
Dos abraços sem intenção...
Dos olhares sarcásticos,
De segredos revelados num flash...

Sinto falta do ombro acolhedor,
Das vezes em que fomos e voltamos sem hora pra chegar
Perdidos no meio do nada e tão próximos de lugar algum...
Numa estrada para Paraty... com chuva, com sol, com nuvens e comida ruim
Aventuras, risos, lágrimas, numa estrada de Porto Seguro!

Sinto falta da moqueca capixaba, saboreada com prazer...
Do baiano que vende chocolates...
Das vezes em que a vida parecia de vários tons.

Sinto falta da alegria, da euforia que era viver...
A água de coco, a brisa da praia...
Copo de Leite?! kkkk nem quero saber!

Foram dias de vida, dias na Praia Brava
João Fernandes, Tartaruga... café da manhã com iogurte
Geléias, fru…