A Morte

Morte cruel! Inimiga...
Leva sorrisos, leva a vida
De gente que a gente ama
De gente que a gente ama!

Morte ingrata! Morte perversa
Que leva da gente a felicidade
Mas não apaga a saudade!

É como um quadro sem moldura
Onde falta compor o cenário
De dias onde havia tua doçura
E hoje apenas o vazio e a tortura.

Fica a certeza de dias mais tristes
Mais longos, menos poéticos...
Dias sem brilho, cheios de lembranças
Dias sem risos, sem esperanças.

Morte que não acaba
Pois nos mata a cada dia
Sempre um pouco mais...
Na saudade das alegrias
Da falta de quem partiu nos faz!

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