Nova Geração!

Não tenho medo de dizer o que penso...
Receio apenas que deturpem minhas palavras!
Não tenho medo de errar... Não!
Receio não tentar!
Porque a vida é feita de tentativas
De erros e acertos... idas e vindas!
Preocupo-me com os que não pensam,
Não agem, não gritam...
Antes, prostram-se!
Com esses me incomodo!
Pois mesmo estando insatisfeitos, calam-se!
Acomodam-se desconfortavelmente na vida.
Passam ao largo das discussões,
Uns, por não terem o que dizer
Outros por que suas palavras perderam o sentido
Devido ao fato de que se venderam.
Ou apenas sucumbiram ao fascínio do Poder!
Mas, que poder tem o homem senão de transformar?!
E que importância tem a vida se não puder ser vivenciada?!
Seja em dias de bonança ou em dias de desgraça!
Não me orgulho das guerras! Não!
Pois são fruto da intolerância e da ganância humana
Mas orgulho-me dos que nela lutaram
Os que tiveram ali seu ideal para conquistar!
Suas vidas para defender!
Eles saíram do que era cômodo...
Foram desbravadores de si mesmos
Potencializaram sentimentos como medo, frio, dor, saudade
E cada qual venceu a si mesmo
Para que fosse possível vencer a guerra.
E hoje, o que vejo?
Homens nulos! Sem expressão!
Pessoas que se calam, que consentem, que concordam...
Pessoas que ouvem, mas não entendem
Não percebem o que são
E como podem mudar o mundo.
Sinto falta dos idealistas...
Dos pensadores, dos articuladores, dos heróis.
Das pessoas que gritaram e fizeram valer sua voz.
Daqueles que foram em busca de seus sonhos
E que fizeram um bem ao coletivo.
Pois receio os covardes, os mentirosos, os biltres...
Receio esta humanidade desumana
Que vê o mal e se omite
Como se nada vissem.
Temo os corações endurecidos e que não se compadecem
Os olhares indiferentes dos mais fortes
Onde a opressão é regra
E o poder é constituído pela corrupção.
Rogo a urgente geração de guerreiros
Que um dia emergirá da multidão
Num grito pungente de liberdade
Cantado aos bardos pelas ruas e favelas
De cabo a rabo desta Nação!




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