Desconexo

Tenho urgências!
São lágrimas que engasgam no orgulho
São soluços contidos
Tudo fica desordenado
De tempos em tempos
Dentro de mim, por fora
Aqui!

Urge, grita e e se rebela
Dentro da alma
Sufoca e aprisiona
Tudo fica sem sentido
Vai surgindo, espremendo
Meu eu, minha vida
Fica tudo complicado
Fico assim, desmantelado
Sou meio bicho, meio escravo...

Não sei se faz sentido
Nada faz sentido
Mas quero urrar de dor
Quando sorrio!
Quero urrar de dor
Quando estou só!
E estando só me fazem companhia
E eu nem queria
A presença de ninguém.

Estou as voltas de uma confusão
Tudo é torto
dentro de mim, aqui!
Dentro do peito, fora dele
Nos meus pés, na minha frente
E daí?
Quero ser assim... desconexo
Presente!
Com minhas dores, meus humores, pungente!

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