Deixe-me

Eis que a vida é minha
Dela cuido eu
Não seja tão mesquinha
Querendo cuidar da minha
Se nada disso é seu!

Deixe-me aqui parado
Não quero ser encontrado
Nem hoje, nem amanhã
Pois quero ficar escondido
Neste canto, esquecido
E manter a mente sã!

Quero o silêncio falado
Das vozes nunca ouvidas
O choro nunca chorado
As noites nunca dormidas!

Deixe-me aqui, parado
Admirando a liberdade
Dos pássaros que voam livres...

Voam bem alto, enquanto cai o orvalho
No lago da serenidade
Voam tão alto os pássaros
Livres, livres, livres...





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