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Mostrando postagens de Março, 2015

Era...

Era de vidro...  E por ser tão delicado, precisava de cuidados. Era uma bicicleta... E para permanecer em movimento, Precisava de equilíbrio. Era de papel... E para permanecer intacto, não poderia ser molhado! Era de palavras, muitas letras, várias frases E por ser tão elaborado, não poderia ser simples... Era constituído de intrínsecos silêncios E todo e qualquer barulho, poderia macular! Era de cristal... E uma vez trincado Pra sempre quebrado. Assim é a confiança...  Somente, era... Não é mais!

Essa é a Vida!

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Essa é a vida, seja aqui ou acolá
Nas terras que conhecemos ou nas que ainda vamos encontrar!
Ganhando, perdendo, rindo ou chorando
Vivendo, vivendo... sonhando, sonhando!
Indo e vindo na giratória da vida
Em cidade em cidade
Em qualquer canto, sofrida!

Essa é a vida!
Seja aqui ou acolá...
Por onde quer que se vá...
Desvios, risos, abrigos
Seja num monte, lá longe
Ou na beira do mar.

Ganhar ou perder...
__ Ninguém sabe ao certo
Pois o dia é indefinido...
Mas todos passam bem perto.


Sexta-Feira Treze...

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A sexta-feira é treze!
Mas e se fosse sete?
Pouco importa... mais vale a fé!
E se o gato é preto,
Pinte de branco a sua mente...


Não deturpe o pobre gato!
Use alho, use fitas, bandeiras...
Patuás e outras asneiras
Para o mal desequilibrar!
Ferradura atrás da porta...
Ou sal grosso para espantar.
A sorte é de quem acredita
Não de quem ousa duvidar
Gato preto é só um gato
Que o povo quis desprestigiar...



Pobre gato tão bonito
Que nem sabe a cor que tem
Pois se o soubesse, com certeza
Iria miar com desdém...
A sexta-feira é treze!
O preconceito é seu
O dia é igual ao outro
Não desarmonize o meu!

Vou Indo...

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Vou indo...
Não tenho muita pressa.
Vou dando um passo de cada vez...
Levo comigo muitas saudades, muitas imagens, de pessoas, de lugares.
É como se ainda estivesse lá.
Burburinhos incompreensíveis de momentos únicos...
Vou com o peso dos anos nas costas
__ Já não tão esguias,
Com certos arranhões desfrutados pelo caminho...
Vou indo!
Não tenho mais tantas certezas, não.
Concebo o direito de ter mais dúvidas e refletir antes de falar, agir e até de sonhar.
Acredito que alcancei o meu start pessoal,
Onde consigo parar e apenas contemplar o infinito...
Nada mais de correr atrás do vento e querer aprisioná-lo só para mim.
Deleito-me no vai e vem disparado dos outros,
Nesta rotina desvairada da vida em que ninguém mais conhece ninguém para dar um "oi"!
Percebo-me mais hoje em dia...
Controlo minhas emoções, ouço mais do que falo...
__ Ganho mais do que perco.
Vou indo...
Sem tantas expectativas e com mais jeito.
Hoje compreendo bem que o inevitável sempre irá acontecer à todos!

Sobre o Que Fica...

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Nem tudo depende de nós... Existem escolhas conscientes, onde podemos opinar, decidir, definir quando, onde e como. E existe aquele momento em que a única opção é seguir o fluxo. Assim como o nascer do sol, o nascer da lua, as corredeiras de um rio, a morte... não há como interferir, dar a sua versão ou atrasar o relógio. As vezes tudo o que temos é seguir caminhando, mesmo sem saber para que lado estamos indo ou se o campo é minado. A vida designa, institui, determina. Ciclos se fecham e se iniciam...  E o medo do novo é inevitável, pois toda mudança causa receio. Mas como transformar se não houver ousadia? Lagartas não voam sem que antes criem asas... Nem tudo está em nossas mãos; Não! Existe aquele momento em que as coisas tomam rumos próprios, num giro, num piscar de olhos, num simples até já! E tudo que pensávamos ser estável se modifica. Deixa de ser, deixa de existir. E somos obrigados a nos adaptar, a sobreviver como dá! O que resta são lembranças...  O sorriso do filho, o pri…

Absolutamente, MULHER!

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Eu quero muito mais da vida que simplesmente viver!
Quero escutar o canto dos pássaros,
Sentir o frescor do dia. ir além...
Poder alçar todos os voos, todas as dores, todos os amores!
Não quero rótulos, frescuras, mentiras, nem que concordem sempre comigo, não!
Quero mais é que digam, que pensem, que falem... como já diz a música!
Sim, quero dançar todas as canções que eu quiser!
Quero ir e vir, desfilar, descalçar, desconstruir...
Desfazer tudo o que sempre nos impõe.
Burlar as regras de vez em quando, rir e chorar por erros e desenganos
Pois eu quero apenas ser normal!
Sem fetiches, sem oba oba, sem dizer a que vim!
Eu quero muito mais!
Respeito e direitos, sorrisos e elogios...
Poder ser reconhecida por também cometer meus erros e não somente ser perfeita...
Sim, todos querem a perfeição nos outros, mas em si ninguém conquista.
E eu quero poder dizer tudo que sentir vontade, quero abrir meus horizontes e poder externar o que o meu desejo incute em minha mente.
Quero gritar, sambar,…

Um Alienígena

Desnude-se de tudo por um tempo.
Deixe de lado o olhar crítico, as inúmeras suposições sobre isto e aquilo...
Dispa-se de quaisquer idealismos, modismos e tantos outros "ismos" que temos por ai.
Olhe para frente sem mirar obstáculos, sem cálculos, sem determinar que caminhos ou atalhos poderia seguir.
Dê o primeiro passo completamente nu em sua concepção.
Desconstrua o belo, o feio, o gordo, o magro, os esteriótipos que sempre conheceu.
Admire o Ser.
Permita-se estar no meio de tudo e não penar absolutamente nada.
Esqueça os seus conceitos, as suas superstições, os  seus medos, as suas manias, os seus reflexos...
Descabele-se, rebele-se, revele-se!
Pise no chão, descalço.
Sinta o calor, o frio, a brisa, o vento, o mar, a luz e não tema a escuridão de si mesmo.
Faça esta viagem de modo sereno, sem pressa, sem planejamentos...
Por um minuto apenas, distancie-se de qualquer coisa que não lhe traga paz!
Desconstruir-se é um exercício para recomeçar!
E um bom início é não cair na…

Chuva...

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Chovia forte por lá...
Chovia tanto que ninguém passava
E eu , ali... a cantar!
Sentia os pingos da chuva
Ouvia o ruído no ar!
Não importando a intensidade da chuva
Tudo que eu queria era amar.

Chovia, chovia, chovia...
Como nunca choveu por lá
Num canto do mundo, num dia
O céu teimava chorar!

Chuva de dor, chuva de amor
Chuva de saudade, adeus felicidade!
Chuva de alegria, chuva de sem cor...
Chuva de dias, de ventanias, de perversidade...

E era tanta chuva... que era um mar...
Entre águas, a melodia
De cantar minha agonia
Para o mundo extravasar.

Chorava o universo
Neste meio de vida complexo
Chorava sem cessar...
A dor de outros,
A dor de todos
A minha dor...
E de quantos loucos
Ousaram amar!


Violência Psicológica, Identifique e Elimine!

Diferente do que se imagina, não é preciso ser agredida fisicamente para estar em uma relação violenta.
Algumas palavras e atitudes podem ferir a autoestima de uma mulher tanto quanto.
E isso tem nome: violência psicológica. Esta é a forma mais subjetiva e, por isso, difícil de identificar.
Por ser subjetiva e, por isso, de difícil identificação, a violência psicológica, na maioria dos casos, é negligenciada até por quem sofre - por não conseguir perceber que ela vem mascarada pelo ciúmes, controle, humilhações, ironias e ofensas. Segundo definição da OMS ela é entendida como:
Qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualqu…