Era...

Era de vidro... 
E por ser tão delicado, precisava de cuidados.
Era uma bicicleta...
E para permanecer em movimento,
Precisava de equilíbrio.
Era de papel...
E para permanecer intacto, não poderia ser molhado!
Era de palavras, muitas letras, várias frases
E por ser tão elaborado, não poderia ser simples...
Era constituído de intrínsecos silêncios
E todo e qualquer barulho, poderia macular!
Era de cristal...
E uma vez trincado
Pra sempre quebrado.
Assim é a confiança... 
Somente, era...
Não é mais!

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