Nada de Ti...

Eis que não sei onde moras, não sei onde..
Não sei quase nada de ti.
Somos como duas estranhas,
Mesmo tendo saído de mim.

Nada sei, nada conheço
Daquela que um dia beijei
Hoje sequer reconheço.
O afeto que sempre doei!

Sem palavras, sem conversas
Pouco ou quase nada
De frases sempre desconexas

Laços de constrangimento
Sem liga, sem afeto

Não sei onde moras...
Não sei o que dizer
Quando a alma clama e chora
Um momento de prazer.

Não iremos trocar abraços
Poucos beijos de ti ganhei
Vejo desfeitos os laços
Em pequenos embaraços
Num instante em que cheguei.
Não entendo tanta distância
Se o que eu desejo, sempre te dei
O amor que hoje me negas
É o mesmo que sempre te amei.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O Homem morre quando deixa de Sonhar!

Sobre Abraços...