Sobre o Fim.

Nada é tão definitivo na vida quanto a morte!
E viver é tão passageiro que constrange...
Basta um momento e nada mais será como era antes.
Sonhos deixam de existir, aromas não são mais sentidos, sobra saudade.
Tanta vida descuidada, tantos seres desconhecidos.
Quantas histórias não conhecemos?
E tudo é tão vívido e tão solene...
O sol que nasce, a lua que se despede, o mar que vai e vem.
Ouço o canto dos pássaros e imagino quantas notas musicais tem ali.
Somos partículas de um Universo em expansão.
Voltamos ao pó e nada mais.
E como é difícil ao homem acreditar em sua pequenez.
Sempre criará respostas mirabolantes para dizer que há novos mundos, outras chances, novos começos... 
Pois a imortalidade é algo que o seduz!
Somos tão "especiais"... Seríamos se não fôssemos tão tolos!
Estamos por um fio, estamos.
Não compreendemos a essência de sermos parte do contexto e não os senhores de tudo.
Destruímos o que deveríamos preservar, criamos bombas, bactérias, armas químicas, mas não criamos o elo que liga tudo...
Na verdade, conectamos o mundo em máquinas, mas não conectamo-nos uns aos outros na alma.
O Universo pede sintonia.
A vida exige sensibilidade.
A espiritualidade está naquilo que se consegue captar nas mensagens diárias que recebemos...
Tudo passará! 
E aqueles que conseguirem entender e se adequar, sobreviverão!
Na certeza de que além da vida existe apenas a morte a esperar, não resta muito tempo para a humanidade.
Parece lunático, parece.
Mas basta observar os caminhos que estamos seguindo para perceber o fim que estamos traçando!

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