Hienas...

Não me interesso por palavras, não!
Interesso-me por verdades que somente as atitudes são capazes de dizer.
Vejo tudo ao mesmo tempo, sorrisos falsos, palavras dúbias...
Não me engano!
Escrevo com a alma de quem chora, com os soluços ainda obscuros de quem sofre e de quem ama.
Perco muito ao me doar tanto, mas sou essência da vida e não um simples aroma.
Vejo os falsos corroídos pela necessidade de mentir...
Sofrem mais do que eu que os identifico e bloqueio.
Pobres coitados! Mendigam da vida o elixir que lhes é dado sem cobrança, mas não enxergam.
São como cegos, tateando sem estrada, pisando em areias movediças!
Pensam que enganam, pensam!
Seus olhos dizem tudo, pois ali está o espírito!
São hienas tolas e famintas...
Aqueles que abraçam sem vontade
Que beijam querendo sugar
Que num sorriso expressam tanta falsidade que mais parece veneno...
Que num primeiro instante parecem de verdade, mas um segundo olhar os condena!
Vejo suas atitudes, vejo suas artimanhas...
Vermes sanguessugas!
Querem vantagens e nada mais.
Poderia dar-lhes os nomes, todos eles...
Mas no subterfúgio do anonimato dou-lhes o direito de vestir a carapuça.

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