Surreal...

Eu poderia fazer mil promessas
E no meio do caminho largar a sua mão.
Poderia não dizer coisa alguma
Entre muitas palavras perdidas no colchão
Mas prefiro não dizer nada
Entre o surreal do bem e do mal
A carregar a culpa, desilusão
E pago o preço por ser sincero
Talvez por tanto esmero
Não queira ferir seu coração!

Mas a vida prega peças nesse caso!
Vivo neste redemoinho
De desacerto e desalinho
Por ser assim tão raro!
Rasgando o verbo ou calando o fato
Vou deixando tudo assim
Meio caminho andado,,,
Fica tudo meio esclarecido
Meio torto e convincente
Até que o certo conserte a gente
E para sempre seja selado!

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