Violência e Prevenção

O mais importante é saber que NINGUÉM NASCE VIOLENTO, embora o impulso agressivo faça parte da natureza humana. É preciso construir firmemente a mentalidade de que A VIOLÊNCIA É INACEITÁVEL, tanto por parte dos adultos quanto por parte de crianças e jovens. A violência é um comportamento aprendido nos processos sociais entre pessoas, instituições e sociedades. Portanto, A VIOLÊNCIA PODE SER DESAPRENDIDA: é possível aprender maneiras não violentas de lidar com a raiva e a resolver conflitos por meios pacíficos.
Aprenda a ouvir com atenção, consideração e sensibilidade - Ao ampliar sua capacidade de ESCUTA SENSÍVEL, será possível entender e captar o que está nas entrelinhas das palavras, da linguagem do corpo e dos atos. É o desenvolvimento da arte de ouvir o que os outros dizem que dá maior flexibilidade para olhar os vários ângulos de um problema e melhores condições para criar soluções eficazes.
Desde bem pequenas, as crianças apresentam capacidade de empatia. É muito importante que este desenvolvimento seja estimulado para que se desenvolvam os sentimentos de compaixão, compreensão e solidariedade. Isto é essencial para contrabalançar a impulsividade e a violência.
Aprenda a reclamar do que não gosta sem ofender, humilhar ou atacar a pessoa.
Aprenda a descarregar as tensões inevitáveis de modo saudável.
Aprenda a tolerar as diferenças. Aprenda a usar métodos não violentos para colocar limites e estimular a disciplina - Dizer que a criança só atende com gritos e palmadas é o caminho mais curto para criar o circuito da violência doméstica

Ao tentar resolver os impasses e os conflitos por consenso evita-se tanto o autoritarismo (por exemplo, os pais impondo sua vontade sem se importar com o que os filhos pensam e sentem) quanto a permissividade ( por exemplo, os pais oprimidos, com sentimentos de culpa e os filhos tiranos, agindo impulsivamente segundo seus próprios desejos). No método de consenso ou "resolução conjunta de impasses e conflitos" , as necessidades de ambas as partes são levadas em consideração. Estimula-se, portanto, a reciprocidade, a criatividade na busca de soluções, a compreensão e a cooperação no sentido de formar os "acordos de bom convívio" , no que poderia ser denominado "democracia doméstica".

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